Vida, bela vida! Esta vida
é surpreendente por si só. E acontecem situações que mais ainda acentuam essa
sua característica.
Não sei
que nome dar. Alguns dizem ser coincidência; outros, sincronicidade.
A
primeira seria a descrição da familiaridade de eventos sem que entre eles
houvesse relação de causa ou consequência. Já a outra, de uma abrangência mais
holística, seria usada para definir acontecimentos relacionados por energia,
significado e não por ligação de origem e efeito.
Não sei.
Só sei que sempre me espanta quando sou a protagonista de fatos que me parecem
intrigantes e até mesmo sem lógica.
Como, sem
mais nem menos, aleatoriamente, abrir um arquivo de vídeos antigos, os quais, na ocasião, mexeram comigo, e me
deparar dai a pouco com parte dele exposto em outro lugar e
num contexto totalmente diferente. E, mais uma vez, sentir a mesma sensação estranha.
Também,
num dia qualquer, por pura curiosidade, ao olhar na página de uma amiga numa
rede social a foto de um casal que mal conheço e ao clicar para vê-la
melhor me deparar no fundo com a presença de uma pessoa muitíssimo próxima,
entretanto que não tem feito parte da minha rotina, num cenário -
estranho a nós duas - sem que nem ao menos ela suspeitasse de sua
participação.
Convenhamos,
neste mundão de Deus, temos mais de sete bilhões de pessoas e numa rede social
um contingente que alcança mais de dois bilhões, portanto, é algo mesmo para
provocar assombro, no mínimo, dar exatamente com essa pessoa específica. Até porque essa minha amiga tem mais de
quinhentos amigos e esse casal nem faz parte do rol de suas amizades nesse
site. E, mais, foi a primeira e única vez que um amigo em comum postou foto deles na
página dela.
Hoje, ao acordar, pensando carinhosamente em alguém, o qual não vejo há muito tempo e nem notícias dele eu tinha, eis que o celular toca e quem estava me chamando? Pois é. Assim, sem eu precisar fazer qualquer movimento nesse sentido ou me estender em devaneios saudosos.
Hoje, ao acordar, pensando carinhosamente em alguém, o qual não vejo há muito tempo e nem notícias dele eu tinha, eis que o celular toca e quem estava me chamando? Pois é. Assim, sem eu precisar fazer qualquer movimento nesse sentido ou me estender em devaneios saudosos.
É! São
exemplos simples, mas que servem para ilustrar de longe o que vira mexe me
acontece.
E, sem
exceção, todas as vezes que ocorre um fato desses, fico pasma.
E
encantada com a forma que o Universo usa para nos sintonizar e nos despertar
para ocorrências para as quais andamos desatentos, assim como nos alertar para
aquelas pessoas, caras e queridas, que terna e silenciosamente habitam o
nosso interior, mas que de alguma maneira temos sido relapsos não lhes
dando a merecida atenção.
Ah, não
posso deixar de considerar, também, que podem ser lembretes sutis e pontuais
para nos fazer rever distâncias que temos mantido de partes nossas relevantes
e que fazem diferença em nossas vidas.
Seja como
for, saúdo essas vibrações divinas que me dão chacoalhões e que me põem diante
das infinidades de possibilidades que posso ter diante de mim, para explorar,
entender, captar, entrar em contato e para usá-la a meu favor e em benefício de quem comigo convive!
Escrito
por Anitha em 2 de outubro de 2017


4 comentários:
Bela Ana, sincronicidade e vibrações positivas te desejo no dia de hoje e em todos os outros que estão por vir!
Quanta gentileza, Gil! Gratidão!
Desejo que esses seus votos retornem multiplicados e que você seja muito feliz!
Anitha
Esperando ansioso mais escritos teus. De preferência que versem sobre encontros, amor, felicidade, vida.
Você escreve com a alma e nos encanta com
o teu talento e o teu traço personalíssimo. Sempre, Gil
Gil:
Ah! Fico feliz de saber que meus escritos tocam-no. Muito obrigada por sua gentileza e, principalmente, por esse incentivo tão caloroso!
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