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31 outubro 2012

Pasmo e Encantamento...


A natureza nos oferece gratuitamente todo um transbordamento de beleza e de encanto que se renovam continuamente...
Que nós, seguindo o seu exemplo, possamos em nossa caminhada por essa galáxia ser bons de coração, abundantes, generosos e amáveis de maneira habitual! 
De forma que no nosso dia a dia ao optarmos por ter atitudes conscientes, pelo agir amoroso, de alma pura e sem nenhuma outra pretensão além, possamos causar pasmo e enlevo nas pessoas que se aproximarem de nós...
Escrito por Anitha em 30.10.12

06 outubro 2012

O pulo do gato...

O bonito de estarmos vivos, dentre tantas coisas, é poder  mudar de opinião, de rota e de escolhas. 
Ter a nossa frente a possibilidade de criarmos novos passos, desejarmos imaculados sonhos e até mesmo revermos atos e atitudes!
É confortável também desfrutarmos do privilégio de bem exercitar os nossos quereres, se assim o quisermos, e de sermos protagonistas de nossas histórias, acertos e delírios!
Agora, o melhor, o pulo do gato, é quando não tangenciamos da prerrogativa de optar por estar em paz com a nossa consciência, com as pessoas que nos rodeiam, e, bênção das bênçãos, com aquelas que fizeram - ou ainda fazem - morada em nossos corações!
Escrito por Anitha em 5.10.12

04 outubro 2012

"Nunca mais"...


Se houve afeto mútuo e se ainda há, o "nunca mais" é muito tempo. E tem   grande possibilidade de se esgotar prematuramente no seu decurso; quando já não perde a finalidade pretendida em sua própria concepção.  
É! Pausa e reflexão, após um período de distanciamento e mágoa, deram origem ao escrito acima.
Com facilidade, agora, constato que, em ocasiões aonde permito que a insegurança, frustração ou baixa autoestima se instalem, é quase certo que ficarei suscetível a sentimentos nem sempre bem-vistos ou benquistos, como o ciúme e a raiva.
E eles tomando conta, o sofrimento se exacerba e, nessa hora, as minhas decisões costumam ser definitivas. Para sempre. E naquele exato instante elas o são, Reais e decisivas!!! 
Contudo, ainda bem, elas duram o necessário para que eu digira e compreenda o descompasso e assim, quando a emoção doida e exagerada passa, também passa a vontade de me separar, do ficar para sempre longe.

 Anitha em 3.10.12