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domingo, 11 de setembro de 2011

DANÇAR, ATO PLENO!

Dançar, ato pleno por si só e que me realiza!
Adoro! Seja em danceteria, clube, boite, na rua, na chuva, na sala, embaixo do chuveiro, aonde for...
É algo totalmente mágico! Transporta-me; mas ao mesmo tempo me ancora naquilo que percebo ser um dos bens mais preciosos: o poder de ser feliz!
Junto ou separados, é um exercício de fluir no aqui e se entregar ao agora. Absorver o instante, a música e o corpo se manifestar livremente.
Compartilhar essa arte com outra pessoa é ainda mais maravilhoso. Sobretudo, se houver sinergia, atração, afinidade de ritmo, tempo e encantamento!
Qualifico-a como terapêutica, da qual sou adepta e não abro mão.
E, assim, todo final de semana, e até mesmo sem dia definido, lá estou eu comemorando a alegria, a saúde, disposição, e, principalmente, este meu ânimo sempre presente para buscar qualidade e o que me faz bem e, em consequência, me torna melhor!
A vida é um instante, como sabemos. Se não soubermos aproveitá-la de forma leve e saudável, ela, passageira como é, pouco nos acrescentará em quantidade de momentos realmente benditos, usufruídos e que poderão nos servir de alento e de boas lembranças lá na frente, num futuro que espero chegue muito sorridente e faceiro para mim!
É! A dança tem desempenhado com maestria o seu papel, e tem me conduzido por essa trilha e a este almejado objetivo de estar conectada ao que faz sentido e me satisfaz.
Escrito por Anitha em 9.9.11

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A VIDA

A vida reveza-se ora em um sentido; ora em outro. Altos e baixos. Sucessivamente. Às vezes, demora em um dos lados. Em outros, passa ligeira. Esta alternância contínua tem o poder de enriquecer a caminhada. Dar sentido e prazer ao Ser e à vida.
Também se assim não fosse, como ocorre num relógio parado ou num eletrocardiograma, a falta do movimento do pêndulo ou a linha reta, sinalizaria a não vivência e, pior, a própria morte. Escrito por Anitha em 1.9.11