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sábado, 24 de maio de 2014

Cigarro? Nunca mais!



Acabei de assistir um vídeo muito interessante sobre antitabagismo no site awebic.com 
Ele começa com as pessoas sentadas no auditório do teatro do Masp aguardando a apresentação do coral da USP, um dos mais famosos da cidade de São Paulo. 
Quando a cortina se abre, essa plateia tem um grande impacto e se emociona naturalmente. Ao invés do esperado, um coral formado por 12 pacientes laringectomizados, vítimas do cigarro, surpreende-os.
Acompanhados por fonoaudiólogos da instituição paulista, os pacientes que compõem o Coral Sua Voz (a maioria acima dos 60 anos) fazem uso de voz esofágica, de próteses, laringes eletrônicas (vibradores), fala bucal ou articulação de sons.
Esse projeto foi criado especialmente para o A.C. Camargo Cancer Center, e no repertório escolhido para essa ação foram incluídas as canções “All You Need is Love” e “She Loves You”, dos Beatles.
O objetivo desse intento tão didático foi alertar que o tabagismo, sem sombra de dúvida, é o principal fator de risco do câncer de laringe,  e que o propósito de por fim nesse vício no nascedouro é sempre é a melhor solução, assim como evitá-lo ou combatê-lo, quando já faz parte do dia a dia de quem, infelizmente, sucumbiu a ele.


Que alívio! Sinto-me abençoada por não mais fazer parte desse contingente de risco.
Isso porque fumei desde meus 11 anos e por aproximadamente 23 levei adiante esse vício.Até que resolvi parar de supetão. Assim mesmo, sem mais nem menos.
Ou, sendo mais exata, pelos 64 motivos que fui listando dia a dia, os quais foram me convencendo e fortalecendo à medida que os escrevia e que me preparava para atingir esse desejado objetivo.
Por sinal, nessa ocasião, morando no interior, de onde ainda não tinha saído, não conhecia os Doze Passos do A.A, mas intuitivamente os apliquei. E obtive sucesso!
Dessa vitória pessoal até hoje, muitas águas passaram debaixo da ponte.
De forma que, apesar de decorrido bastante tempo, de nunca ter me dado permissão para fraquejar e sucumbir às tentações sempre próximas e presentes, me mantenho em estado de alerta constante!
Por essa razão, lembro-me quase diariamente que não devo dar a primeira tragada, pois, se o fizer, retorno a ser a fumante inveterada que eu era naquela época.
Além do que, adepta ferrenha da liberdade e do poder de escolha, com conhecimento dos malefícios do fumo e tendo discernimento do que me convém,  por que eu optaria por retroceder e por ter por hábito algo que só me traria prejuízo em todas as áreas da minha vida?
Neste caso, se vacilasse, seria burrice! Uma burrice imperdoável! 
Ah, seria, também, uma vergonha! Ou melhor, uma abjeta falta de vergonha na cara!!!
Escrito por Anitha em 24.5.14

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Amizade vale ouro...



Amores podem acabar,  acabam... - e como acabam! Infelizmente, muitas vezes nos dilacerando, sabemos nós.
Já a amizade - ah, meu senhor - sim, essa costuma perdurar no tempo!
Mas tem um senão. Uma regra que precisa ser seguida à risca, se quiser que ela floresça!
Para mantê-la viva, viçosa, sendo uma bênção e alegria para o coração, ela precisa de cuidados - atentos cuidados - , disponibilidade interna e zelo recíprocos!
Acrescentemos aí um punhado de bom humor, tolerância e de aceitação, que servirão de adubo e sempre serão bem-vindos!
Isso tudo porque é um fato, uma verdade incontestável: amizade vale ouro! E como vale!
Ela por si só vale todos os nossos propósitos, entrega e dedicação!

Escrito por Anitha em 10 de maio de 2014