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sábado, 22 de dezembro de 2012

Muito prazer, esta sou eu...






Muito prazer, esta sou eu!
Anitha, Aninha, Amor, Amorzinho, Branca, Ruiva, Flor, Florzinha, Bela e alguns mais apelidos que foram  me dando ao longo do caminho. Todos eles têm em comum um quê adorável de carinho exposto. E como eu gosto disto!
Mineira interiorana, daquelas que carrega no erre, olho dentro dos olhos e presto muita atenção no que o corpo fala. E tenho certeza que ele nunca mente!
De alma singela com uma boa dose de sofisticação, sem falsa modéstia, diria que estou, neste quesito, em equilíbrio!
Não ouso desobedecer às ordens do meu coração. Ele é o detentor da palavra final! Sempre!
Carrego comigo princípios, muita fé e aptidão para ser feliz! Tenho impressão que é congênito! Ou, por pura esperteza - hipótese que não descarto - fui agregando-os para me sentir mais completa.
Busco estar em harmonia com o meu querer. 

Sou adepta da liberdade do Ser e prezo a companhia das pessoas que acrescentam qualidade ao meu viver, assim como procuro retribuir tal bênção!
Tenho um coração terno e sensível às dores do próximo, como também me conecto fácil com os sentimentos que são meus, coragem para chegar lá nas profundezas, e um jeito bem particular de sair do outro lado restaurada e inteira!
Procuro, mais do que tudo, ser fiel a mim mesma! Até onde sei, tenho conseguido! 

Espero continuar neste caminho...nesta estrada....
Escrito em 22.12.12, tarde quente e abafada deste sábado, quase véspera do Natal.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Só pelo coração....




Quero compartilhar um aprendizado adquirido há tempos por experiência e pelo que me foi transmitido pelos antigos detentores do conhecimento dessa matéria.
É o seguinte: tudo o que é referente ao coração ou dele origina é resolvido somente por essa via. A do coração. Exclusivamente por ela!
Não adianta querer dar cabo a sentimentos, sensações e emoções, principalmente, quando genuínos, através de força de pensamento, resolução, vontade ou decreto. 
Ele, o coração, como é holístico, atemporal e não reage de conformidade com a lei da causa e efeito, portanto, não é relacional, é o único que detém o poder de equacionar e findar qualquer questão que lhe cabe.
A despeito de tentativas, ele continuará firme, vivo e presente em seus propósitos, caso sentido ainda tenha. 
Se houver insistência em terminar aquilo que se encontra no interior dele, com significado e porquê, corre-se o sério risco, neste processo de querer lhe dar fim, intensificá-lo e de torná-lo maior do que já é.
Ah, por tudo que até agora aqui expus, posso dizer com propriedade e vivência, deve-se poupar tempo e o dispêndio de energia à toa! É o melhor a fazer!
No momento certo, tudo se resolverá! De dentro para fora. Não o inverso!
Escrito por Anitha em 2.12.12
Atualizado em 25.3.2016



terça-feira, 30 de outubro de 2012

Pasmo e Encantamento...


A natureza nos oferece gratuitamente todo um transbordamento de beleza e de encanto que se renovam continuamente...
Que nós, seguindo o seu exemplo, possamos em nossa caminhada por essa galáxia ser bons de coração, abundantes, generosos e amáveis de maneira habitual! 
De forma que no nosso dia a dia ao optarmos por ter atitudes conscientes, pelo agir amoroso, de alma pura e sem nenhuma outra pretensão além, possamos causar pasmo e enlevo nas pessoas que se aproximarem de nós...
Escrito por Anitha em 30.10.12

sábado, 6 de outubro de 2012

O pulo do gato...

O bonito de estarmos vivos, dentre tantas coisas, é podermos  mudar de opinião, de rota e de escolhas. 
Ter a nossa frente a possibilidade de criarmos novos passos, desejarmos imaculados sonhos e até mesmo revermos atos e atitudes!
É confortável também desfrutarmos do privilégio de bem exercitarmos os nossos quereres, se assim quisermos, e de sermos protagonistas de nossas histórias, acertos e delírios!
Agora, o melhor, o pulo do gato, é quando não tangenciamos da prerrogativa de optarmos por estar em paz com a nossa consciência, com as pessoas que nos rodeiam, e, bênção das bênçãos, com aquelas que fizeram -ou ainda fazem - morada em nossos corações!
Escrito por Anitha em 5.10.12

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

"Nunca mais"...


Se houve afeto mútuo...e se ainda há, o "nunca mais" é muito tempo, é um tempo  com plena possibilidade de se esgotar prematuramente no seu decurso...quando já não perde a finalidade pretendida de distanciamento em sua própria concepção.  
É! Pausa e reflexão após um período de distanciamento e mágoa deram origem ao escrito acima.
Constato, agora com facilidade, que em ocasiões aonde permito que a insegurança, frustração ou baixa autoestima se instalem é quase certo que ficarei suscetível ao ciúme e a raiva.
E se manifestando, como consequência, o sofrimento se exacerba, e aí as minhas decisões costumam ser definitivas e para sempre. E naquele exato instante elas são reais e decisivas!!! 
Contudo, ainda bem, elas duram o tempo necessário para que eu digira e compreenda o descompasso....e assim, quando a emoção doida e exagerada passa, também passa a vontade de me separar...do ficar para sempre longe...

 Anitha em 3.10.12