Páginas

04 setembro 2017

Crenças podem ser arejadas e mudadas!


Publiquei no meu Face um post com o seguinte enunciado:
"Nós nos tornamos quem nós cremos que somos."
E como ele é verdadeiro. Nossas crenças têm força. Muita força!
São energias conscientes ou não que têm o poder de mudar o curso de nossas ideias, caminhos, bem quereres, projeções, dons e vida. Elas moldam a nossa personalidade, as nossas escolhas e decisões.  São também as que fornecem o modelo para a leitura que fazemos do mundo. E, sem dúvida, a nossa própria maneira de agir as tem como medida.
Assim, por exemplo, se alguém com talento musical que aposta todas as suas fichas  em seu potencial inato e, também, que acredita que poderá viver e se realizar com a música, a ela se dedicará com disciplina, foco e empenho. E toda essa energia despendida para alcançar um objetivo vai ter retorno garantido e satisfatório, já que, com dedicação, treinou e se esforçou para atingir tal finalidade.
Ao contrário, se desde muito pequena a pessoa se enxerga como falsa, mentirosa, ruim e que destrói o que toca, certamente, suas atitudes, comportamento e opções serão no sentido de ratificar essa sua convicção interna. Tudo será feito para que haja coerência entre o seu pensar e a materialização disso no campo real. E a confirmação se dará. Por consequência e obviedade, suas relações serão frágeis e os términos, quando acontecerem,  serão motivados por desfaçatez, falsidades e traições. Suas ou dos seus parceiros. Afinal, ela não crê ser digna e nem merecedora de relacionamentos saudáveis, benditos e enriquecedores.
Essas crenças, na maioria das vezes, são adquiridas e depositadas nas nossas mentes ao longo do tempo como se fossem verdades inquestionáveis e não como algo que pode ser descartado e revisto a qualquer tempo desde que queiramos e a isso nos propusermos. 
Sim, crenças são mutáveis, ajustáveis e, se for o caso, redentoras. 
Além do que, o principal, temos que estar cientes que somos as criaturas e os criadores dos nossos pensamentos, anseios e desejos.
Então, ao tomarmos conhecimento do quanto essa realidade mental pode nos limitar, sabotar e dar um curso restritivo e até mesmo lastimoso para as nossas vidas, devemos tomar a rédea e fazer com que ela mude.
E, visando à expansão e o arejamento da percepção do que se aloja em nós que nos leva sempre ao mesmo resultado, poderemos iniciar uma limpeza gradativa e constante nesse espaço que lhe dedicamos. A terapia individual muito pode contribuir nesse processo de autoconhecimento.
Então, imbuídos da vontade, disciplina e coragem, aos poucos, poderemos chegar a origem, razão e a necessidade de mantermos esse padrão desabonador. E, conforme as respostas às essas demandas, poderemos  substituir essas por outras que tenham mais afinidade e ressonância com o que de fato queremos lá no fundo de nossas almas, seja para um gosto, um gozo, um ideal ou para um viver mais livre, mais abençoado e edificante!
Escrito por Anitha em 4 de setembro de 2017.




2 comentários:

Anônimo disse...

Usando de tuas próprias palavras:
"...que tenhamos mais afinidade e ressonância com o que de fato queremos lá no fundo de nossas almas, seja para um gosto, um gozo, um ideal ou para um viver mais livre, mais abençoado e edificante!"

Anitha disse...

Pois é, Gil, que assim seja!

Postar um comentário

Agradeço-lhe pela visita e por deixar o seu comentário!
Apareça mais vezes!
Beijo,
Anitha