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A de Anitha

Bom receber você aqui! Por favor, entre com o coração e os olhos brandos. Por quê? Porque neste espaço me desnudo e me expresso. Coisas da alma, puro sentimento! Saiba, aqui também ouso brincar. Às vezes, brincadeiras ingênuas; outras, até mesmo sérias. O restante? É só imaginação! Agora, fique à vontade! Seja bem-vindo (a)! Ps. As gravuras postadas foram retiradas da Internet. Se alguma lhe pertence, entre em contato, que providenciarei a sua retirada ou lhe darei o devido crédito.

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23 abril 2015

Escolhas...



Escolhas! Que dificuldade! 
“Ou isto ou aquilo”, poesia singela de Cecília Meireles, exemplifica bem essa situação. 
Às vezes, é muito penosa essa  tarefa de optar entre duas e até mesmo mais alternativas.
Quando elas dizem respeito às coisas relevantes da vida, como assumir uma relação ou deixá-la de lado, ter filhos ou ficar livre e solto, terminar o relacionamento ou dar-lhe continuidade, definir objetivos que possam impactar o presente e, lá na frente, o futuro,  mudanças importantes, sejam elas quais forem, dentre outras tantas coisas, quanto desgaste se pode ter.
E não é para menos, pois, afinal, não tem jeito, em toda opção está embutida perdas. Se grandes ou pequenas só o tempo revelará. 
Dureza mesmo é quando, além do prejuízo não poder ser aferido, é ainda irreversível.
Sendo importante, o que fazer para amenizar os efeitos desgastantes e adversos contidos no processo da escolha? 
Aquietar-se e escutar o coração pode ser a melhor ideia. Sobretudo, se a intenção for se conectar com o que for verdadeiro e necessário dentro de um contexto maior. Aliás, nesse caso, em particular, não há outro recurso.
De qualquer maneira, é recomendável que se faça uma avaliação criteriosa e prévia, se possível, dos efeitos, da mira, e, sobretudo, do poder para bancar tal empreitada. 
E se decidindo por uma, após efetivá-la de fato, ter a consciência tranquila de que se fez a melhor ou, na pior das hipóteses, a que se teve capacidade de bancar, levando-se em conta o momento e a situação vivida.
É natural que tal esforço requeira coragem. Atitude. O definir algo, apesar de...
...Tem outra coisa. 
Há de se atentar que a não escolha pode ser considerada como uma ação. Paradoxalmente, a da inércia.  
Contudo, aprendi a duras penas que o não decidir é corrosivo, e atua como se houvesse um machado afiado sempre prestes a cair e cortar a cabeça. 
E, o pior, a indecisão esfacela de forma sorrateira, e aos poucos, a autoestima e o tesão pela vida.
Sendo assim, hoje, não tenho mais dúvida. 
A despeito de todos os obstáculos internos, e até mesmo externos, o melhor ainda é mergulhar dentro de si, buscar força, respirar fundo e, de peito aberto, optar pelo que faça sentido e possa tornar o viver um fluir agradável e pleno, já que para isso cá estamos nesta jornada espiritual.
Escrito por Anitha em 09 de fevereiro de 2008
Postado por Anitha às 23.4.15

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Anitha
Belo Horizonte, Sudeste, Brazil
Sou uma atenta aprendiz da vida. Amo a minha família. Gosto de surpresas. Principalmente as que me fazem rir de contentamento. Inteligência para mim é afrodisíaco. Aprecio a generosidade e o senso de humor. Já integridade e sinceridade são qualidades essenciais. Sou fiel aos meus valores e princípios. Feminina! Apesar de única, muitas mulheres diferentes habitam em mim. Dentre elas, coexistem santa e pecadora, inteligente e ignorante, elegante e desenxabida, fada e bruxa, além de uma criança que insiste em não crescer. Sou constante em minha inconstância. Renasço das cinzas. Sempre! Sociável, apesar de conviver muito bem com a solidão. Liberdade para mim é imprescindível. Acredito no AMOR entre as pessoas e como fator de redenção. Romântica. Agrada-me a presença e presentes, olhos nos olhos, gestos de carinho, lealdade, dedicatória e juras de amor. Amo a natureza, inclusive a humana, em toda a sua complexidade e esplendor. Sou cheia de melindres e idiossincrasias. Sensitiva. Autêntica. Pulsante. Intuitiva. Profunda. Intensa. Possuo no peito um cadeado emocional. E ele só é aberto pela chave da afinidade e confiança. Anitha por Anitha
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