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27 janeiro 2012

Foguinhos...graças a Deus!


Em uma plena quinta feira de fevereiro, reencontrei duas amigas muito queridas  que há tempos não  via. 
Marcamos para nos encontrar no charmoso Café Benzadeus,  para matar as saudades e aquecer os nossos corações com o calor da  amizade.
Foi uma pausa enriquecedora no meu dia a dia. Afinal, além de muitas risadas e confidências, aprendo muito com essas meninas! Belas mestras da vida!
Hoje, a mais nova, com toda a sua sensibilidade, me presenteou, via e-mail, com este interessante texto de Eduardo Galeano, jornalista e escritor uruguaio:
"Um homem da aldeia de Neguá, no litoral da Colômbia, conseguiu subir aos céus. Quando voltou, contou. Disse que tinha contemplado, lá do alto, a vida humana. E disse que somos um mar de fogueirinhas.
— "O mundo é isso. Um montão de gente, um mar de fogueirinhas. Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras pequenas e fogueiras de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas. Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo." (Traduzido)
E não é que nós três temos luz e brilho? Brilho principalmente no olhar, o que nos diferencia da massa tristonha. E benção das grandes, às vezes, com o nosso fogo ousamos incendiar...
Pois é, sem falsa modéstia, o fogo interno abunda em nós, apesar de algumas vezes termos que nos entender com as nossas sombras.
Contudo como somos corajosas e arrojadas nos damos permissão para alterná-las sem pudores ou receios, quando preciso.
E neste processo contínuo de nos desvendar, de levantar véus, conscientizamo-nos de nossas incongruências e, também, de todas as nossas infinitas possibilidades. E o fogo expande....
Uau! O mundo nos pertence!
Viva nós que um belo dia lá atrás nos reconhecemos como almas afins. No exercício da escolha comum de nos doarmos, despimo-nos. E nesse processo de autoconhecimento, ficamos amigas! Amigas de coração! 
Nessa caminhada rica, que teve início lá atrás,  o que nos aproximou continua até hoje a fazer sentido.
E, assim,  prosseguimos em nossas trocas significativas e nessa sintonia que justifica o nosso tão bem querer!
Obrigada a vocês duas por tudo!
Beijo,
Anitha
Escrito em 27.1.12

Um comentário:

Anônimo disse...

Me deu saudades, Aninha, dos nossos encontros e papos.
Qualquer dia apareço por aí pra te ver minha amiga querida. Mil beijos da Rita

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Beijo,
Anitha